quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Percy Jackson e o Ladrão de Raios


Baseada na obra homônima escrita por Rick Riordan, o filme dirigido por Chris Columbus, o mesmo diretor dos dois primeiros filmes da série Harry Potter, conta a divertida aventura de Percy Jackson que ao descobrir que é filho do deus Poseidon e acusado de ter roubado os raios de Zeus embarca numa jornada junto com seus amigos para a provar a sua inocência e impedir que o mundo seja destruído por uma guerra entre os deuses do Olimpo. Durante sua empreitada, Percy Jackson dá de cara com diversos seres que fazem parte da mitologia grega, tais como sátiros, centauros, a Medusa e o deus do mundo dos mortos, Hades.

Percy Jackson e o Ladrão de Raios é uma boa dica para quem gosta de mitologia grega e uma boa pedida para os professores do 6º ano do ensino fundamental que trabalham o conteúdo de Grécia Antiga. Baseado em uma obra literária de forte apelo infanto-juvenil, o filme também pode ser apreciado por públicos de diversas idades, pois é um típico “filme família” gênero qual Chris Columbus é mestre.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

10 filmes mais historicamente incorretos

O site Yahoo divulgou ano passado uma lista com os 10 filmes mais historicamente incorretos. Segue abaixo essa lista de filmes e suas incongruências:

10.000 A.C. (2008)
Direção: Roland Emmerich
Sinopse: D'Leh (Steven Strait) é um jovem caçador de mamutes, que se apaixonou por Evolet (Camilla Belle). Quando um bando de perigosos guerreiros a sequestra, D'Leh é obrigado a liderar um pequeno grupo de caçadores em uma expedição para resgatá-la.
Incongruências históricas:
- O filme mostra mamutes sendo utilizados na construção das pirâmides do Egito. Porém, estes animais viviam em terras geladas da América do Norte e norte da Ásia e não poderiam ser encontrados no deserto.
- D'Leh e seus aliados vão ao Egito resgatar seu povo, os quais foram tomados como escravos para a construção da pirâmide e da esfinge. Entretanto, tais construções só seriam criadas quase oito mil anos depois, por volta de 2500 a.C.
- As aves carnívoras da família Phorusrhacidae viveram na América do Sul e haviam sido extintas 1,8 milhões antes.
- A tribo Naku alimenta D'Leh com pimentas-vermelhas e o presenteiam com milho. Ambos são originários das Américas.
- Os mamutes e o tigre de dentes-de-sabre possuíam tamanho desproporcional no filme.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Chaplin


Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação
Charles Chaplin


Chaplin (1992) dirigido por Sir Richard Attenborough – com certeza todos o conhecem por ter interpretado John Hammond, dono do Jurassic Park no filme homônimo – procura mostrar a história de um dos maiores gênios do cinema que ficou imortalizado pelo seu personagem, o Carlitos. O filme além de narrar a história de Chaplin, acompanha também a própria trajetória do cinema, das apresentações em quermesses até aos grandes cinemas de luxo. Chaplin, em sua história de vida, mostrou-se atento a realidade e ao contexto histórico em que vivia e refletia isso em seus filmes como Tempos Modernos e O Grande Ditador. My Autobiography, de Charles Chaplin, e Chaplin, His Life, His Art, de David Robinson foram as obras que serviram de base para o roteiro do filme desenvolvido por William Boyd, Brian Forbes e William Goldman.

CHAPLIN: SUA VIDA
Charles Spencer Chaplin, filho de Charles Chaplin e Hanna Hill – interpretada no filme pela filha de Chaplin na vida real, Geraldine Chaplin – nasceu no dia 16 de abril de 1889 e desde o cinco anos de idade já se apresentava com o pai num music-hall de Aldeshoot. Depois da morte do pai, a situação da família Chaplin encontra-se em miséria. Hanna Hill enlouquece e é hospitalizada por seus dois filhos no asilo-orfanato de Hanwell Residential School – como retratado no filme.