quarta-feira, 28 de julho de 2010

Tróia


A batalha de Tróia é um tema recorrente da cinematografia mundial. Data de 1955 a primeira versão, Helena de Tróia, e outra em 2003, Helena de Tróia – Paixão e Guerra. No entanto Helena, na versão de Wolfgang Petersen, serve apenas para dar início a guerra de Tróia, batalha esta que foi narrada pelo poeta Homero em a Ilíada que junto com a Odisséia é considerada o mito fundador de algumas civilizações da antiguidade. O que podemos destacar em Tróia (2005) é de que maneira a história está sendo recontada para uma geração que entrou – e/ou entrará - em contato com esta famosa batalha através desse filme.

No poema, Menelau, rei de Esparta, era casado com Helena, uma mulher de beleza ímpar. Segundo o poema, Helena era filha de Zeus, este que transformado em cisne teria seduzido a mãe de Helena, Leda. No entanto a rainha de Esparta é raptada por Páris, príncipe de Tróia, que teria se apaixonado por ela. O rapto causou constrangimento ao rei de Esparta que procurou seu irmão, Agamenon, rei de Micenas, e juntos organizaram um poderoso exército e partiram rumo a Tróia.


segunda-feira, 26 de julho de 2010

George Méliès


Neste post quero falar sobre um dos precursores do cinema, o francês George Méliès (1861-1938), este foi responsável pela superação do cinema no momento em que o futuro dessa nova arte estava ameaçada. Goerge Méliés também foi o realizador dos primeiros efeitos fotográficos usados no cinema e considerado o "pai dos efeitos especiais". Produziu diversos filmes entre eles os mais famosos Viagem à Lua (Le Voyage dans la Lune) de 1902 e O Reino das Fadas (Le Royaume des Fées) de 1903.

domingo, 11 de julho de 2010

As Novas Roupas do Imperador

As Novas Roupas do Imperador de Alan Taylor é um daqueles filmes que brinca com a possibilidade do "e se"; e se Napoleão Bonaparte tivesse fugido da Ilha de Santa Helena para reconquistar o seu poder deixando no seu lugar um sósia? e se ele não reconquistasse o poder, o que Napoleão faria? Com essas questões desenvolve-se uma história divertida que explora a figura de Napoleão Bonaparte na busca pelo poder - e de uma nova vida.

Napoleão Bonaparte foi imperador da França entre 18 de maio de 1804 a 6 de abril de 1814, posição que voltou a ocupar por poucos meses em 1815. Conquistou grande parte da Europa e destacou-se como uma importante personalidade no cenário político mundial da época. Depois de ser derrotado na campanha da Rússia, em 1814, Napoleão abdica do poder e exila-se na ilha de Elba, mas em 1815 foge e organiza um exército, desembarca na França e reconquista o poder. Iniciava-se o Governo dos Cem Dias. No entanto, após a derrota na Batalha de Waterloo, Napoleão abdica o poder pela segunda vez e é preso pelos

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Elizabeth

Isabel I, a Rainha Virgem, Gloriana, a Boa Rainha Bess, no entanto é mais famosa pelo nome de Elizabeth I, a rainha responsável pelo período de esplendor que a Inglaterra viveu entre 1559 até 1603 quando morre a monarca. O filme de Shekhar Kapur mostra as intrigas palacianas e o contexto histórico que levaram Elizabeth ao trono logo após a morte de sua irmã, Maria Tudor; a película torna-se uma ótima ferramenta para se discutir o absolutismo monárquico e os conflitos religiosos que marcaram a Idade Moderna.

O próprio início do filme nos dá uma mostra em que momento a história se insere: estamos na Inglaterra reinada por Maria I ou Maria Tudor, uma fervorosa católica - casada com o príncipe espanhol, e futuro rei, Filipe II - que persegue implacavelmente os protestantes em seu reino. A cena inicial dos condenados queimados nas fogueiras representa bem este fato. Elizabeth encontra-se em prisão domiciliar devido a Rebelião de Wyatt (1554), rebelião esta que procurava impedir que Maria se casa-se com Filipe - Elizabeth torna-se prisioneira, pois Maria temia que fosse deposta e sua meia-irmã, Elizabeth, fosse coroada soberana da Inglaterra.Mas com a morte de Maria I, Elizabeth torna-se a nova rainha.